B de Biba

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— Belíndia, Benício, Belíndia!

Bradava Bráulio, brandindo o báculo, embasbacado ao baque baço do bulício de bêbados e biáfricos com seus bebês batendo contra o BMW brilhante (as bocas bambas a babar de bárbara fome).

— Bem-vindo ao Brasil branco dos biltres e bancos, bramiu. “À breca com o BNDES”, bafejou baixinho à beira do ouvido do boçal.

O boy Benício bebera um bocado na birosca. Abestalhado, a buscar a bufunfa bancaria qualquer biscate. Amarelou no embuste, constrangido pela bisbilhotice do belo condutor que o retrovisava.

Bráulio, banqueiro, biba, bizantino, boleteiro e bombado, borbulhava aos borbotões. Bolou o plano B: um biombo e, botando abaixo o bofe, besuntaria abundante a bengala do baixa-renda.

― Basta de bamboleios por esse bairro-bicha, Bruno. Desembarque-nos naquele bar, brandiloquou.

No balcão, brindaram. Botocando o bravo à boca mole, beijou-lhe Bráulio a boca abismada. Abraçou o bisonho, basculando-o para uma das baias do banheiro do biba-bar e, de borco, a bufar beatificado, baixou boca na banana desembrulhada de Benício; o beiço em balé no balanço das bolas (“beberei da bica branca”, brincou).

Abstraída, a biza bombou a boca no botão do belezura. Na balbúrdia, Benício, bígamo, bissexual, embrisecido, brutavontadedar, broxou bonito. Breaco, berrou o binário um big e bonito “bosta!”, abafado pelo burburinho do bibário.

Bráulio abrandou. Benício abandonou o box. Bráulio bateu bolo, aborrecido, bolçou e bandeou-se.

No breu urbano, bambeando na barca by Bruno entre buracos da buzinaria bairro a bairro, abalou-se banzeiro à cobertura para, bardotizar-se em basta bright, entre bizarro e banal.

Benício, numa beira de beco, no bagaço, bateu um burgui e se aboletou no busão. No barraco, brecou em Maria (a matriz) esbaldada no barbeiro Benedito; à bruta distância, Bruno bipava Beatriz (a filial), de quem era brother: Baby, teu Bê é bi.